sexta-feira, 5 de março de 2010
Era aniversário da cidade. Show ao vivo. Chovia sem cessar. Não sei o que se passava comigo naqueles dias, mas acho que já tínhamos trocado olhares demais. E ele deve ter notado alguma receptividade de minha parte, caso contrário não teria tomado tal iniciativa.
Eu estava ligeiramente bêbada e, quando passei pela rua em direção à lanchonete, ele me puxou com força. Me agarrou com fúria e me prensou contra a parede. Cedi. Desgraçado, sabia exatamente como. E ele era tão bruto, tão animal, que a repulsa e o desejo confundiram-se na minha mente. ”Come on baby, light my fire”

0 comentários:

 
;