quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Homem

É estranho como a altivez daquele homem me envolveu. Tem um espírito tímido que lhe acentelha um quê de submissão, ao mesmo tempo em que, com gestos espontâneos, demonstra não se importar ás palavras alheias, responde quando é necessário e faz o que tem que ser feito.
Então, em algumas noites atrás, com a imaginação docemente açucarada, me deixei sonhar com um futuro talvez não tão distante, talvez uma ilusão, em que, em tempos de paz, eu dividia carinhosamente um edredon quentinho em dia chuvoso acompanhado de uma xícara de café (bem forte) com o homem (esse homem) que amo e este líquido nos fazia dormir. Desde então, perpetuou-se.

0 comentários:

 
;